sábado, 29 de janeiro de 2011


Entre nossas armações, entre nossos emaranhados capilares que nos servem como cabana, se escondem minhas lágrimas que às vezes dão brilhos aos olhos quando tudo passa imperceptível por trás da expressão apática. Ódio e amor mesmo que irreconhecíveis andam entrelaçados desde o dia em que te conheci. Apesar disso, amo. Amo e odeio amar.
Apesar disso até as entrelinhas tem me sido em vão e normalmente, é. Que despropósito! Que vergonha! A minha culpa que não justifica o teu descaso, sua credibilidade, minha abstração e sofrimento, TUDO em vão. De vez em quando a culpa é sua, TODA sua, porque simplesmente você não se importa.


Louanny Cury.